Depois da vitória Scuderia Iveco acredita em resultado positivo neste fim de semana

12 de novembro de 2010

Depois da espetacular vitória do piloto Beto Monteiro (foto) na última etapa da Fórmula Truck, no Autódromo Velopark, em Porto Alegre, RS, a Scuderia Iveco já desembarcou seus Stralis numerais 88 e 33 no Autódromo Internacional de Curitiba para a penúltima etapa da competição, que acontece no dia 14 de novembro, domingo próximo.

Na última vez em que seus bólidos correram em Curitiba, no ano passado, a Iveco conquistou  três marcas históricas. Foi a primeira vez que dois pilotos que correm com caminhão Iveco chegaram juntos no mesmo pódio (Beto Monteiro em terceiro e Fred Marinelli na quinta posição). Além disso, foi a segunda vez consecutiva que Monteiro terminou uma prova em terceiro, o que levou a Iveco a somar o maior número de pontos individuais e no campeonato de marcas.

O piloto Beto Monteiro, numeral 88, tem uma relação muito especial com o Autódromo de Curitiba. Já largou algumas vezes na pole position quando representava outras marcas, deu show sob chuva no ano passado com seu Stralis (largando em quinto e chegando em terceiro) e, para este etapa, espera dar prosseguimento a esta excelente relação pista x piloto. “Tenho bastante intimidade com o traçado da pista e, tecnicamente, nossa equipe de mecânicos deixou o Stralis perfeitamente afinado com os ajustes feitos na etapa anterior, que venci”, destaca Monteiro.

Com 3.707 metros de extensão, o Autódromo de Curitiba é mais que um quilômetro maior que o Autódromo de Porto Alegre, que tem 2.278 metros de pista. De acordo com Marcelo Sakurai, engenheiro da Scuderia Iveco, a equipe está muito motivada com a vitória em Porto Alegre e, especificamente para este circuito, os caminhões Stralis passaram por alguns ajustes na suspensão traseira “para dar maior estabilidade ao conjunto, especialmente para ganhar mais velocidade em curvas mais acentuadas”.

A despeito de ser bem conhecido dos pilotos, o Autódromo Internacinal de Curitiba é  um dos mais competitivos do circuito. “É uma pista que exige demais,  tanto do piloto quanto do equipamento e sempre pode acontecer a surpresa de uma pancada de chuva para mudar toda história da corrida”, conta Beto Monteiro, o pernambucano que pilota o Stralis 88. “O circuito é longo e extremamente técnico, por isso é complicado fazer qualquer prognóstico, mas certamente nossa equipe está muito bem preparada para tentar repetir aqui e até melhorar o excelente resultado do ano passado nesta pista”, acrescenta Cristiano da Matta, mineiro e o primeiro brasileiro ex-piloto de F-1 a dirigir um caminhão de corrida, que pilota o Stralis 33.

Foto:Orlei Silva/Divulgação.