Irmãos Baumgart passam pelo prólogo e se classificam ao super prime

9 de agosto de 2011

Estreando um formato diferente para a definição das posições de largada para o segundo maior rali do planeta, o Rally Internacional dos Sertões deu seu pontapé inicial na manhã desta terça-feira (9) com o prólogo, realizado em um traçado de terra e com partes de asfalto dentro do Autódromo Internacional de Goiânia (GO).

A disputa envolveu todos os veículos inscritos. O objetivo dos competidores era se classificar entre os oito primeiros em cada categoria para disputar o super prime, que começa às 19h30 de hoje na arena montada em frente ao Shopping Flamboyant. O evento será disputado em formato de mata-mata, com o primeiro enfrentando o oitavo, o segundo enfrentando o sétimo, e assim por diante, em cruzamentos até a final que definirá o primeiro a largar para o rali.

Na disputa da manhã a poeira invadiu o autódromo, e os dois carros do X Rally Team/Equipe Mitsubishi Brasil – com Cristian Baumgart/Beco Andreotti e Marcos Baumgart/Kleber Cincea – garantiram-se entre os oito melhores. O mais rápido foi Jean Azevedo, que forma dupla com Emerson Cavassin, com o tempo de 2min08s71 nos 1.800 metros do traçado feito especialmente para o evento.

O mais velho dos Baumgart, que faz parceria com o navegador Beco Andreotti, foi o segundo mais rápido, com o tempo de 2min09s93. “A ideia era não forçar o equipamento. Usei de uma pilotagem mais suave, e estou contente de ter me classificado para o super prime. Vamos tentar repetir o resultado do ano passado, quando animamos o público e vencemos a disputa na arena”, afirmou Cristian, que conta com os patrocínios de Vedacit, Mitsubishi e Cidade Center Norte.

Quem não usou de uma pilotagem suave foi seu irmão Marcos. Ele e Kleber Cincea registraram o oitavo tempo, com 2min15s08, com um carro que não estava tão bom como o de seu irmão. “Tive que abusar um pouco mais. Deve ter havido algum problema, porque quando o motor estava em baixas rotações ele começava a cortar a ignição e ficava ‘pipocando’. Isso nos tirou muito tempo. Então não vi outra alternativa a não ser deixar os giros mais altos e ser mais agressivo”, contou Marcos, que deu o salto mais alto na ‘mesa’ montada no traçado.

Foto: André Chaco/Fotoarena – Divulgação.