Régis e Rogério abrem vantagem na Super Production

16 de agosto de 2011

A 19ª edição do Rally dos Sertões vai chegando em sua reta final, e com isso esquenta a briga por posições na classificação para o título da temporada. Correndo pela categoria Super Production, Régis Braga e Rogério Almeida, da Equipe Bahia Rally, vem mantendo regularidade ao longo das sete etapas disputas até o momento, e com isso, ocupa a liderança da categoria. Nesta terça-feira, a dupla percorreu 318 quilômetros entre Balsas e Barra do Corda, no Maranhão, tendo completado o percurso em 03h13m13s, e o terceiro tempo da categoria.

Em meio a belas paisagens por fazendas da região do Maranhão, os competidores passaram por estradas sinuosas, de piçarra, pastos e pontes. E além disso, percorreram uma das maiores retas do Rally dos Sertões, com cerca de 14 quilômetros de extensão, que permitiu aos competidores acelerarem fundo, e para Régis e Rogério foi a oportunidade de ampliar a vantagem na classificação da categoria Super Production.

Segundo Régis Braga, após a etapa maratona, de mais de 900 quilômetros de extensão, a especial de hoje foi um alívio para os competidores. “A prova foi ótima, após duas especiais longas e duras, a de hoje foi rápida e com apenas 253 km de trechos cronometrados. Enfrentamos muitos trechos de areia, mas foi uma especial bem gostosa de fazer. Só no finalzinho que tivemos um problema na embreagem, faltando apenas 30 km para completar a etapa, e por isso fomos obrigados a ‘tirar o pé’, e andar em um ritmo mais tranqüilo. Mas, conseguimos abrir mais nove minutos em relação ao nosso concorrente direto, e uma vantagem total de 40 minutos no acumulado”, analisou o piloto.

Apesar de comemorar o desempenho da equipe após sete etapas disputadas, o navegador Rogério Almeida acredita que não tem nada definido, mas aposta na regularidade da equipe até o fim da competição, na próxima sexta-feira. “Tivemos dois dias muito cansativos, e a expectativa era saber como iríamos nos sair na etapa de hoje. Revisamos o carro, fizemos alguns ajustes, e houve dois problemas básicos, um na turbina nova, que ficou em uma posição muito alta, e outro na embreagem. Ainda assim, conseguimos andar 20% dos retões da prova com o ‘pé cravado’, completando a especial. Nosso objetivo daqui pra frente será preservar a liderança, subimos sete degraus, mas ainda faltam três, não tem nada conquistado, pois o rali só termina quando entregarmos o cartão em Fortaleza”, concluiu.

Foto: Theo Ribeiro/Foto Arena – Divulgação.