Suzuka, o desafio da Mercedes

3 de outubro de 2014

Lewis HamiltonPor Robério Lessa – A Mercedes chega ao Japão com um desafio, o de vencer em uma pista onde sequer conseguiu emplacar uma pole e subir no lugar mais alto do pódio.

Com tudo para quebrar a escrita, Nico Rosberg e Lewis Hamilton desembarcam em solo nipônico com todos os holofotes apontados para seus rostos, já que o título de pilotos (o de construtores também) não tem como ficar longe das mãos de seus pilotos.

O peso de não ter vencido ou conquistado a pole em Suzuka é diminuído diante a diferença que separa os carros prateados seis e 19 dos demais competidores. Nem mesmo a aproximação da Red Bull vista na etapa anterior pode ser interpretada como ameaça aos planos do time germânico.

A interferência dos chefões da escuderia da estrela de prata junto aos seus pilotos revela o quanto o título de construtores é esperado, afinal, a última conquista dos alemães fora em 1955,  com o argentino Juan Manuel Fangio.Fangio 6

O circuito de Suzuka entrou para o círculo da Fórmula Um em  1987 com a realização de seu Primeiro Grande Prêmio, antes disso, o GP do Japão era disputado no circuito de Fuji. O circuito tem 5.807 metros de extensão e é disputado em 53 voltas, com um total de 307,471 quilômetros percorridos pelos pilotos. O recorde da melhor volta é do finlandês Kimi Raikkonen, registrado no ano de 2005, com 1m 31,540s.

Suzuka é considerada um dos melhores circuitos da categoria, tanto que é bastante utilizado para testes. Construído pela Honda no ano de 1962 para testes em seus carros. Projetada pelo holandês John Hugenholz, tem como característica a sua seletividade, com traçado de curvas técnicas e desafiadoras como a 130R, de alta velocidade e a Spoon.

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