Malásia recebe segunda etapa da Fórmula E

21 de novembro de 2014

Fórmula EApós o primeiro grande sucesso coroado em Pequim, o Campeonato FIA de Fórmula E segue rumo à Malásia. O segundo ePrix de toda a história acontece neste sábado, 22 de novembro, quando os 40 carros Spark-Renault SRT-01E participantes se enfrentarão em Putrajaya, a “Primeira cidade-jardim inteligente do mundo”.

As equipes da Renault Sport estão envolvidas no projeto desde o seu início, em 2012, e puderam ver seu trabalho tomar forma na China. Com escolhas técnicas confirmadas por sua confiabilidade, segurança e performance, o objetivo é manter este impulso nas ruas de Putrajaya.

A capital administrativa da Malásia é um símbolo de cidade sustentável, com quase metade de sua área ocupada por espaços verdes, além de ter um dos maiores lagos artificiais de todo o mundo, que os competidores contornarão por meio de um traçado de 2,5 km. Putrajaya é uma das primeiras cidades a desenvolver um programa de compartilhamento de veículos 100% elétricos, tendo como destaque os modelos Renault Twizy e ZOE.

Impondo-se como um novo desafio para as qualidades dinâmicas dos bólidos Spark-Renault SRT01_E, o circuito de Putrajaya combina 12 curvas, sendo várias rápidas e uma do tipo cotovelo, bem fechada. Entrecortada por um ziguezague, a reta dos boxes será um dos pontos mais espetaculares, onde a aspiração terá papel de protagonista nas ultrapassagens e na gestão da energia durante as 31 voltas da prova.

“Após uma corrida inaugural marcada pelo sucesso, vamos agora para a Malásia para confirmar nossas escolhas técnicas”, anunciou Roberto Dlacic, engenheiro da Renault Sport Technologies, agora dedicado ao Campeonato FIA de Fórmula E. “Nossos objetivos se mantêm os mesmos: oferecer um monoposto a cada dia mais confiável, seguro e performante, garantindo condições absolutamente iguais de competição para todas as equipes. Por isso, reforçamos a instalação da caixa de câmbio para proporcionar uma melhor resposta aos desafios enfrentados em circuitos urbanos. Também vamos analisar as performances neste traçado, que é muito diferente de Pequim, cujas laterais apresentam restrições em termos de mecânica.”

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