Uma nação de pilotos chamada SuperBike Brasil

13 de abril de 2016

Superbike Brasil 01por Paulo HenriquePor Robério Lessa – O SuperBike Brasil mostra-se, cada vez mais, como um case de sucesso no esporte motor brasileiro. No último domingo (10), na abertura da temporada de 2016 passaram pela pista do Autódromo José Carlos PaceInterlagos, Zona Sul de São Paulo (SP), 161 pilotos divididos nas categorias Copa Kawasaki Ninja 300, Super Street, SuperBike Light,  SuperSport, SuperBike, Copa Kawasaki Ninja 600, e Copa Honda CBR 500R.

Fernando Santos por Johanes DuarteA média de 23 pilotos por categorias é surpreendente, e mostra toda a força do motociclismo que tem ocupado mais espaço nas pistas do país. Somente na Copa Kawasaki Ninja 300, 40 pilotos participaram da primeira corrida do ano, e na principal categoria, a SuperBike, 27  competidores compuseram o grid de largada.

 É por isso que o SuperBike Brasil é considerado o maior campeonato de motovelocidade das Américas

O esforço da organização de dar um passo maior na qualidade do evento fez com que se adotasse posturas mais rigorosas quanto ao nível dos pilotos, sem contar com o aumento da atenção para a questão da segurança. Foram dois briefings obrigatórios nos quais os pilotos foram alertados para erros de conduta na pista e comunicados das devidas punições em caso de reincidência, além disso, o chamado tempo de corte, foi outro quesito que ficou mais rigoroso.

Matheus de Oliveira Dias por Johanes DuarteBruno Corano, piloto e organizador do SuperBike Brasil, lembrou da importância de se adotar tais medidas. “Hoje o SuperBike Brasil tem recebido novos pilotos, novas equipes como a Alex Barros Racing, PRT, dentre outras, e isso aumenta o número de competidores na pista, por isso temos que exigir um maior rigor de todos os participantes. é impossível fazer um evento sem que sejam cumpridas normas mínimas de conduta e segurança, e seremos cada vez mais rigorosos”, disse Corano que acredita na elevação do nível dos pilotos com o tempo de corte mais elevado. “Já adotávamos o tempo de corte, mas agora esse tempo será mais rigoroso. Não queremos com isso desestimular ninguém, e penso ser o oposto, pois qual o piloto que vai querer ficar de fora da prova. Todos ganham, quando colocamos uma meta de tempo mínimo mais elevada, isso vai acarretar em mais treino, determinação e, consequente melhores pilotagens, com provas mais disputadas. Acredito que ninguém acha ruim quando pensamos na segurança e na melhora da competição”, encerrou Bruno durante o briefing aos pilotos.

A próxima etapa do SuperBike Brasil acontece no dia 22 de maio, também em Interlagos.

oferecimento SuperbikeTexto: Robério Lessa.

Fotos:  Johanes Duarte – Marcos M. Carmona – Paulo Henrique/Divulgação – VGCOM

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