Toyota introduz Conceito de Ecofactory e adota metas de ecoeficiência

1 de julho de 2020

O Acordo de Paris, firmado pela COP21, em 2015, traçou rotas de descarbonização para o planeta, propondo que até 2050 o mundo deixe de emitir mais CO2 (dióxido de carbono) do que se retira da atmosfera. Foi nesse mesmo período em que a Toyota lançou seu Desafio Ambiental Global 2050 para trazer à sociedade impactos positivos em vários aspectos.

Por meio dessa meta, a Toyota do Brasil vem se juntando a uma lista de empresas brasileiras que já investiram, só de 2018 para cá, cerca de US$ 1,3 bilhão em 145 iniciativas de redução de emissões no País, que equivale a uma média de R$ 130 por tonelada de CO2 evitada. Segundo dados do Cebds (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), essas iniciativas estão relacionadas sobretudo à eficiência energética dos processos produtivos das fábricas.

Não por acaso, de olho em soluções cada vez mais sustentáveis, que vão ao encontro do Desafio 2050, a companhia, com base no conceito Ecofactory, tem implementado melhorias produtivas como estratégia de baixo carbono. Desse modo, combina uma série de tecnologias, kaizens (filosofia de melhoria contínua dos processos de manufatura) e o engajamento dos colaboradores.

O passo inicial nesse sentido foi na planta de Sorocaba, inaugurada em 2012. A fábrica foi a primeira da marca no País em que todo o projeto construtivo do local adotou conceitos de ecoeficiência de padrão mundial, sem impactar a qualidade de vida dos habitantes do município e cidades vizinhas ou gerar riscos de qualquer contaminação ambiental.

Além disso, com a chegada da unidade na cidade, o entorno recebeu um grande aporte em reflorestamento. E há mais: ao longo dos anos, a unidade realizou investimentos da ordem de R$ 6 milhões destinados à construção e manutenção do Parque Natural Municipal Corredores da Biodiversidade Marco Flávio da Costa Chaves (PNMCBio) para compensar os impactos ambientais da fábrica.

A planta de Porto Feliz, por sua vez, inaugurada em 2016, também utiliza o conceito de Ecofactory. Ali, anualmente são reduzidas as emissões de resíduos gerados e a emissão de CO2, além de maximizar a reutilização de águas pluviais e a preservação da área de mata nativa.

Dentre os principais projetos ambientais de Porto Feliz estão a substituição da areia de fundição orgânica pela inorgânica, menos impactante ao meio ambiente, além da inserção do sistema de produção compacto onde os três processos industriais ficam dentro de um único local (fundição, usinagem e montagem), o uso de energia solar na iluminação dos espaços externos e o uso de água pluvial nos banheiros.
E ainda para aumentar a sua eficiência energética, a unidade de Porto Feliz, assim como todas as demais plantas da Toyota, consome 100% de sua energia elétrica de fonte renovável, proveniente de energia eólica, que garante zero emissão de CO2 e contribui ainda mais para o meio ambiente.

Anualmente, a Toyota do Brasil tem como compromisso a redução de, no mínimo, 2% da emissão de CO2 na fabricação de veículos e componentes, dividida por seção.
Até 2025, a Toyota pretende ofertar uma versão híbrida para cada modelo de seu portfólio.
Texto: RPMA Comunicação/Toyota do Brasil/Divulgação
Foto: RPMA Comunicação/Toyota do Brasil/Divulgação

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