A Fórmula Um tem neste domingo (09) mais uma etapa ( a sétima) de sua temporada, desta vez no circuito canadense Gilles Villeneuve, em Montreal, e uma das preocupações é quanto a entrada do safety car durante a corrida, devido as características de sua pista.
Juntamente com Cingapura, Coréia do Sul e Mônaco, o GP canadense tem alta probabilidade de entrada do safety car, que pode mudar totalmente a complexidade da prova e, ao contrário da corrida de Mônaco, realizada há duas semanas, há muitas oportunidades de ultrapassagens no Canadá.
No ano passado, Lewis Hamilton venceu a prova com duas paradas nos boxes, enquanto o segundo e o terceiro colocado optaram por um único pit stop. As estratégias, por sinal, dos 10 primeiros finalistas foram bem divididas. Cinco pararam duas vezes e cinco apenas uma troca de pneus. Em 2012, no entanto, a Pirelli levou uma combinação diferente de compostos, o macio e supermacio, e neste ano leva o médio e o supermacio.
Por ser este um circuito semipermanente (montado em ruas de um parque), pouco usada no decorrer do ano, há o risco de granulação dos pneus. Isto ocorre quando o pneu ainda está frio e, portanto, desliza excessivamente em vez de encontrar uma boa aderência à pista, causando um desgaste incomum da borracha. Este fenômeno é visto com mais frequência no início do fim de semana, quando o traçado está menos emborrachado.
Assim, a expectativa é que a estratégia a ser usada na corrida de domingo (09) possa ser semelhante a que fora usada em 2012.
Fotos: Caterhan/Divulgação.




