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Fórmula Um permanece neste fim de semana no continente asiático, no Japão. Nas terras nipônicas os pilotos terão de administrar bem os pneus em Suzuka, que oferece um dos maiores desafios para os compostos por conta das características do traçado muito rápido e sinuoso.
Os pneus sao submetidos a uma carga muito elevada de energia, por causa de suas curvas de alta. Suzuka possui também uma das menores exigências longitudinais do ano, graças poucas alternâncias entre acelerações e frenagens. Por outro lado, os pilotos mantêm a aceleração no limite quase que durante toda a volta, inclusive em curvas muito longas, como a 130R, que tem esse nome por conta de seu raio, e a Spoon, que também exige muito dos pneus.
A 130R é totalmente feita de pé-cravado em sétima marcha a uma velocidade acima dos 300 km/h, resultando o maior trecho de força G contínua do ano.
Ainda que a pista de Suzuka tenha sido recapeada várias vezes nos últimos anos, o seu asfalto ainda é bastante abrasivo. Há um relativo alto grau de evolução da pista ao longo do fim de semana. Na sexta, em particular, o circuito ainda está muito “verde”, pouco emborrachado, o que faz com que a degradação dos pneus gere alguns riscos, já que o nível de aderência ainda está longe do ideal.
Suzuka é, tradicionalmente, exigente quando se fala em desgaste e degradação, fazendo com que o gerenciamento dos pneus seja ainda mais importante do que normalmente. Com os riscos de chuva e de entradas do Safety Car, além das muitas oportunidades de ultrapassagens, esta é uma corrida onde as estratégias estão extremamente abertas, e dependem das circunstâncias que se apresentam.
A estratégia vencedora do ano foi da Mercedes de Lewis Hamilton. Largando da segundos colocação, com pneus Cinturato Azul para chuva e parando nas voltas 14 e 35 para colocar os intermediários.
Foto: Mercedes GP – Divulgação.
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