O detector de fumaça, que começou a ser utilizado nesta temporada, será mais uma vez utilizado no Grande Prêmio Bridgestone Band, a nona etapa da Fórmula Truck, marcada para dia oito de novembro no Autódromo Zilmar Beux, em Cascavel, no Oeste do Paraná.
Criado por uma empresa brasileira, o aparato tecnológico, denominado DSA EvoTruck, passou por vários testes e todas as equipes usam e se adaptam ao novo equipamento que tem como principal função detectar o excesso de fumaça. Os testes têm sido muito bem avaliados pelos especialistas e os comissários da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) que o utilizam para dirimir dúvidas quanto à quantidade de fumaça emitida pelos brutos.
Oficialmente chamado de Sistema de Medição Eletrônica de Fumaça, o DSA EvoTruck é inédito no mundo e foi criado para a Fórmula Truck através da empresa brasileira DSA. O detector de fumaça é composto por uma central eletrônica interligada a um conjunto de sensores posicionados no cano do escapamento.
Um desses sensores emite uma luz, controlada eletronicamente, e o outro a recebe, medindo o que os técnicos chamam de opacidade, que é a propriedade que os materiais têm de absorver a luz. Em linhas gerais, quanto menos luz passar, mais opacidade será apresentada na parte interna do cano de descarga. Na prática, isso significa mais fumaça.
Dependendo do nível atingido, o piloto será punido, mas somente quando o sistema estiver totalmente implantado e oficializado. Além de armazenar as informações, a central eletrônica repassa os dados aos comissários desportivos que podem confirmar a punição do piloto. Em caso de eventuais dúvidas, mesmo depois da prova ou do treino, os dados podem ser consultados, pois ficam na memória do aparelho e na tela do computador dos comissários.
Texto: Milton Alves/Comunicação da Fórmula Truck
Foto: Marcello Paiva
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