Os pneus P Zero Branco médio e P Zero Amarelo macio vão estar em ação no GP da Hungria, uma prova com muita história. Essa foi a primeira corrida disputada atrás da antiga Cortina de Ferro. O circuito, que fica nas cercanias de Budapeste, é tão característico que já foi descrito por um ex-campeão mundial como “uma pista de kart gigante”. Isso dá uma clara dimensão das propriedades da pista: ela é estreita e sinuosa, com uma curva desembocando em outra. Sua natureza compacta a torna muito popular entre os espectadores. É possível ver a maior parte do circuito de qualquer setor.
Há apenas uma reta significativa em Hungaroring. Isso quer dizer que não há muitas oportunidades para o resfriamento dos pneus. Como resultado disso, particularmente o pneu médio (um composto de baixa gama de trabalho) vai estar constantemente no máximo de sua gama de trabalho, se estiver quente. Entretanto, houve também muita chuva em Hungaroring no passado, especialmente no último ano.
Além de ser duro com os pneus, Hungaroring também exige muito dos pilotos fisicamente. Eles geralmente comparam esse circuito com o de Singapura (conhecida por ser a pista fisicamente mais exigente do ano), devido ao grande número de curvas, temperaturas ambiente significativas e pouco fluxo de ar pelo carro.
Daniel Ricciardo venceu a corrida de 70 voltas em 2014 pela Red Bull, fazendo três pit stops e usando uma estratégia combativa para obter vantagem. Com chuva, os pilotos largaram com pneus intermediários, o que significava que eles não tinham a obrigação de correr com os dois compostos selecionados. Após fazer seu primeiro stint com intermediários, Ricciardo fez o resto da corrida com pneus macios. As estratégias também foram afetadas por duas entradas do safety car. Lewis Hamilton, da Mercedes, usou a estratégia de pneus para ajudá-lo a terminar a corrida em um notável terceiro lugar, após largar do pitlane.
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