A primeira largada da prova desta sexta (24) foi uma confusão total. Os primeiros colocados (Johnny Cecotto desencadeou a reação ao errar a freada da curva, tanto que foi excluído oficialmente da prova de sábado (25)) acabaram provocando uma grande carambolagem logo na entrada da curva St. Devote que envolveu nada menos do que 17 dos 26 carros que largaram. Felipe, que largava em nono, foi um dos que evitou o engavetamento e se safou subindo para o quarto lugar. Depois da prova ser interrompida, para tirar carros e pedaços de carros da pista, a próxima largada foi realizada em fila indiana, atrás do Safety Car, e Felipe manteve a posição até o final.
“No final, esse quarto lugar foi um bom resultado, com tudo o que aconteceu na frente e com essa dificuldade crônica que é ultrapassar aqui em Mônaco. Eu era bem mais rápido do que o Evans e o Ceccon, tinha melhores pneus do que eles que estavam à minha frente, mas não encontrei nenhum lugar seguro para ultrapassá-los. É difícil dizer o que poderia ter acontecido, mas o meu pit stop, apesar de ser bom em termos de tempo, poderia ter sido feito um pouco mais cedo para eu me livrar do trânsito que tinha. Mas, o “mas” não corre e o que importa é que descontei dois pontos do Coletti, que chegou em sexto. Amanhã tem mais e eu largo em quinto, mais uma vez, no grid invertido”, contou satisfeito.
“Acho que hoje vou aproveitar o cassino aqui em Mônaco e fazer uma fézinha no número 12. Já saiu cinco vezes em sete corridas para mim este ano!”, brincou ao fim da conversa.
Texto: Textobras/Divulgação
Foto: Luca Bassani/Divulgação




