Se a Stock Car tivesse dentro do campeonato nacional uma disputa regional entre os pilotos, Gabriel Casagrande seria o campeão de uma das escolas mais tradicionais do automobilismo brasileiro, a paranaense.
Terra de sobrenomes tradicionais e muitos nomes que passaram pela F1 como Maurício Gugelmin, Raul Boesel, Enrique Bernoldi, Tarso Marques e Ricardo Zonta, o Paraná é representado por Casagrande, o próprio Zonta e Júlio Campos, três dos principais nomes do grid. E, nessa disputa particular, os mais experientes comeram poeira.
Casagrande fechou o ano com 184 pontos, contra 174 de Zonta e 149 de Campos (Augusto Farfus correu só a última etapa e levou 30 pontos, então não conta nessa disputa). E a conquista ganha mais relevância se levarmos em conta que Zonta, por exemplo, somou mais vitórias, pódios e corre em uma potência do grid, a Shell Racing.
“Essa é só mais uma prova de que estamos no caminho certo junto com a Júpiter Baterias/Vogel Motorsport. Tivemos um ano bastante consistente e isso é refletido nessa disputa interna paranaense contra pilotos mais experientes e equipes que dominaram o cenário nos últimos anos. É mais uma marca de uma temporada inesquecível”, comenta Gabriel, que segue no mesmo time no ano que vem com o objetivo de melhorar ainda mais os bons números de 2017. Casagrande conquistou 184 pontos, venceu uma vez e conquistou dois pódios na temporada 2017.
Foto: Rodrigo Guimarães/Divulgação.
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