A segunda fase do Brasileiro de Kart acontece entre os dias 22 a 27 de julho, no Kartódromo Internacional Júlio Ventura, na cidade do Eusébio, localizada na Região Metropolitana de Fortaleza, distante apenas 14 quilômetros da capital cearense.
Durante esses dias o kartódromo vai reunir centenas de profissionais (pilotos, preparadores, chefes de equipe, mecânicos, dentre outros) e todos eles com uma só atenção: a de fazer um bom acerto no kart para andar na frente.
E na busca do melhor acerto é preciso estar com o equipamento inteiro e, diante da quebra de algum componentes precisam repor a peça imediatamente. E para dar suporte a toda essa demanda as lojas Meg Star e a Paralego Racing montaram um posto que acompanha a competição desde a primeira fase.
A Meg Star, do empresário Maurício Gershenson, está no mercado há 36 anos sempre vendendo produtos ligados às competições automotivas. Além da venda a Meg Star fabrica sapatilhas e macacões e tem sua sede no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Maurício revela que são mais de 250 tipos de peças, do parafuso ao eixo, e que é preciso pensar na logística com um mínimo de 60 dias.
“O que nós procuramos é transportar nossa loja de São Paulo para cá, e isso sem interromper as nossas atividades na matriz, que permanece em funcionamento. Nós temos de dar suporte a todo esse pessoal, eles confiam na gente e sabem que terão total apoio da gente”, afirmou o empresário da Meg Star, que conta ainda com o apoio da gerente Patrícia Schimidt.
Vizinho à tenda da Meg Star a Paralego Racing também tem um vasto estoque de peças e de outros produtos como capacetes, balaclava, adesivos para numeração e chassi completo. Com Lojas em Londrina, Cascavel, Maringá e Curitiba, a Paralego Racing acompanha eventos de kart durante todo o ano, e tem uma loja itinerante pronta para se descolar entre uma competição e outra.
“Nós estamos no mercado há 15 anos, e decidimos por manter essa loja itinerante, já que cada uma de nossas praças tem o mercado independente. Claro que temos muito trabalho, mas isso faz parte desse tipo de negócio”, disse Wesley Magi, diretor das Papalego Racing.
Texto e Fotos: Robério Lessa.




