Os pilotos da Mercedes ficaram em primeiro e segundo lugares nas duas sessões de treinos livres para o Grande Prêmio Brasil de Fórmula Um, realizados na manhã e na tarde desta sexta (13), no Autódromo José Carlos Pace (Interlagos), em São Paulo (SP). Lewis Hamilton foi o mais veloz da manhã em 1min 13.543s, e Rosberg em , enquanto Nico Rosberg cravou a volta mais rápida da tarde em 1m12.385s.
Nesse primeiro dia de atividades na pista brasileira, os técnicos da Pirelli, fornecedora de pneus para a categoria, e das as equipes tiveram a oportunidade de avaliar o uso e degradação de cada composto para a corrida. Em um dia típico, como geralmente é o caso em São Paulo, o clima foi inconstante, com temperatura de pista quente de manhã e, após chuva leve na hora do almoço, a pista secou antes do início da segunda sessão, mas com temperatura de pista mais baixa.
Os pilotos usaram a sessão de treinos da manhã para se adaptar à pista e determinar o comportamento do pneu médio, em temperatura ambiente perto dos 30° Centígrados. Na parte da tarde, tanto os pneus médios como os macios foram usados. Longos trechos foram percorridos para avaliar o uso e a degradação de cada composto com diferentes cargas de combustível. O risco da chuva voltar era grande, o que fez com que as equipes ficassem na pista ao longo da sessão, para coletar o máximo possível de dados úteis.
Os tempos registrados nos treinos de hoje foram mais lentos que os equivalentes de 2014, devido a uma superfície suja e algumas zebras danificadas, que fizeram com que os pilotos mudassem suas trajetórias para evitá-las.
“Os dois treinos livres desta sexta seguiram os padrões normais, apesar da ameaça de chuva na hora em que os carros estavam na pista, que não chegou a se materializar, talvez tenha colocado uma certa pressão nas equipes para coletar o máximo de informações no menor tempo possível. Certamente temos muitos dados para analisar agora. Apesar do uso e degradação serem tipicamente altos no Brasil, não percebemos nada fora do normal até agora, do ponto de vista dos pneus. A pista ainda está evoluindo, então será interessante comparar com os dados de amanhã. Devemos ter uma corrida movimentada, com muitas estratégias diferentes e pit stops. Como sempre, o fator desconhecido deve ser o clima”, disse Paul Hembery, diretor da Pirelli.
Foto: Mercedes GP/Divulgação.
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