O circo da Fórmula Um desembarca em um dos mais tradicionais palcos do automobilismo mundial. O veloz circuito italiano de Monza deve favorecer os carros com motores Mercedes, sobretudo os da escuderia alemã (Mercedes GP), que detém a disputa pelo título de pilotos entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg.
Um circuito rápido como Monza tende a exigir mais dos pneus do que um circuito lento, com todas as forças do trabalho provocando acumulação de calor, particularmente no ombro do pneu. Há cargas de energia lateral significativas em Monza, devido a curvas longas como a Parabólica, bem como grandes demandas longitudinais por causa de toda a tração e frenagens.
Com a configuração de baixa pressão aerodinâmica que é usada em Monza, os pilotos precisam cuidar particularmente dos pneus traseiros, para que as rodas não girem em falso nas acelerações. Por outro lado, essa configuração aumenta a velocidade máxima, na casa dos 360 km/h.
A estratégia vencedora em Monza no ano passado foi do britânico Lewis Hamilton, que usou uma estratégia de apenas uma parada para a corrida de 53 voltas, com os compostos duros e macios escolhidos no ano passado. O piloto da Mercedes começou com pneus médios e trocou para os duros na volta 25.
Foto: Pirelli/Divulgação
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