“Foi uma etapa de muita emoção e adrenalina”, assim fala o piloto Ricardo Barra, da Niterói Rally Team, sobre a disputa da primeira etapa da 20ª edição do Transparaná, que teve o percurso realizado nesta segunda (27), entre Foz do Iguaçu e Cascavel. A bordo da Mitsubishi Pajero Full e do navegador Wagner Hirt, Barra encara, pela terceira vez, a disputa do certame, e aproveitou a disputa inicial para acertar o entrosamento com o companheiro de equipe.
“Já participei de três edições do Transparaná e estou vendo que este ano a prova manteve o alto nível. Isso nos motiva para, no próximo ano, estarmos aqui novamente. Foi um percurso gostoso, que exigiu do piloto e do navegador. Tinham trechos de reflorestamento bastante lisos, escorregamos em um deles e demos um toque em uma árvore, estava um ‘quiabo’”, brincou Barra.
Por se tratar da primeira disputa da temporada, a Niterói Rally Team estava ansiosa para acelerar e testar o entrosamento da dupla. “Hoje foi um dia para ajustarmos a forma de fazer a prova. Como nunca havia pilotado com o Wagner, tem alguns pontos que temos que ajustar. Teve um ponto na prova em que ele me passou uma referência e eu entendi outra. Foram questões muito pequenas, já estamos começando a falar ‘por pensamento’ e isso atesta o afinamento da dupla”, explicou.
Animados com o restante da competição, que segue até o dia 1º de fevereiro com a chegada em Guaratuba, a dupla espera crescer ao longo do certame, um dos principais rallys de regularidade do País. “Como não conseguimos um bom resultado hoje, estamos com os brios feridos e, por isso, para a segunda etapa vamos atrás dos pontos perdidos”, disse o navegador Wagner Hirt.
Barra faz questão de lembrar que o Transparaná é uma competição longa e é importante manter o equipamento intacto para chegar ao fim da disputa. “Fechamos nesta segunda as três primeiras provas, das 13 programadas. E ainda tem muito rally pela frente. Hoje, tivemos quebras mecânicas de alguns competidores e a tendência é piorar, pois cada vez mais o equipamento vai ser exigido. Não podemos contar com a quebra para vencer”. E completa. ‘Temos que completar todos os dias em condições de disputar boas posições e chegar até o local de pernoite com o carro inteiro. Na prova, temos que poupar o carro, poderíamos em alguns trechos acelerar, mas temos que ter jogo de cintura durante o rally”, finalizou.
Após os primeiros desafios da 20ª edição do Transparaná, a Niterói Rally Team segue na sétima posição da categoria Master tendo marcado 18 pontos na somatória das duas provas da primeira etapa. Nesta terça (28), a segunda etapa da competição vai ter um percurso entre Cascável e Campo Mourão (PR).
Texto: SigCom/Divulgação
Foto: Luciano Santos/SigCom/Divulgação




