Acompanhe no Carros e Corridas mais uma coluna do piloto Helio Castroneves.
Oi pessoal do Carros e Corridas! Espero que esteja tudo bem aí nesse belo estado do Ceará, lugar abençoado por Deus em razão de suas belezas e sua gente. Não vejo a hora de poder passar umas férias aí, afinal, também sou filho de Deus. Um dia eu chego lá!
Quero começar pedindo desculpas ao leitores pelo meu atraso no envio desta coluna exclusiva para o Carros e Corridas. Minha ideia era enviar na quarta-feira, antes do início das atividades de pista aqui no circuito misto do Indianapolis Motor Speedway. Mas a correria foi tanta que eu não consegui. Então, estou escrevendo na noite desta quinta, 9, e acredito que a equipe do site vai colocar no ar nesta sexta, antes do qualifying.
Então, já que não posso falar de resultados – nos treinos livres de onde aproveitamos para experimentar tudo o que tínhamos direito – , quero falar um pouco sobre essa pista. Como vocês sabem, a corrida de sábado será a primeira da IndyCar no circuito misto de Indianapolis, que certamente os leitores conhecem bem dos tempos da Fórmula 1, que correu aqui de 2000 a 2007. Se a gente comparar o traçado daquela época com o atual, vai perceber que é basicamente o mesmo, com pequenas modificações no desenho.
A mais visível é a chicane que foi criada entre a curva 4 e a 1 (sem esquecer que essa nomenclatura é do oval, que corre no sentido antihorário; no misto, a gente corre na contramão). No mais, é um circuito delicioso, que exige um estudo muito particular de aerodinâmica. Imagina que você está na reta de Indianapolis pisando fundo na contramão. Claro que você quer aproveitar ao máximo o trecho para conseguir velocidade e, portanto, tira toda asa. Certo? Em termos. Isso porque, se tirar tudo, certamente terá dificuldades no miolo. Esse é o segredo.
Na corrida de sábado, que a Band vai transmitir ao vivo para o Brasil a partir das 16h40, o meu carro será branco e vermelho com a exposição majoritária da marca Verizon, de telefonia, uma grande parceira da equipe Penske. Só que já no domingo, dia seguinte ao da corrida e início da preparação da Indy 500, vai trocar tudo. Isso porque vou correr com o carro amarelo com as cores da Pennzoil, óleo lubrificantes da Shell, outra parceria sólida conquistada pela equipe de Roger Penske. Será o resgate de um visual histórico que tanto brilhou em Indianapolis e que eu, sem dúvida, quero manter essa tradição de vitória no dia 25.
Certamente vamos falar muito ainda antes da corrida no oval e, por enquanto, é isso. Vamos que vamos e muito obrigado!!!
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Foto: Arquivo Castroneves Racing.
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