Uma nova polêmica tomou conta da imprensa que cobre o automobilismo após a realização do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula Um.
Tudo porque Sebastian Vettel ultrapassou Kamui Kobayashi sob bandeira amarela e vermelha no GP do Brasil.
Naquele momento chovia e, segundo relato dos comissários de prova do GP brasileiro, na nona volta da prova, a ultrapassagem se deu sob bandeiras amarelas e vermelhas que alertam aos pilotos para condições de pista escorregadias.
O ex-piloto Martin Brudle, que comenta a Fórmula Um nas transmissões pela TV Sky, disse que recebeu a informação de Gary Connolly, um dos comissários da prova brasileira. Toda essa polêmica não vai terminar tão cedo. Já que, se houvesse punição ao piloto, caso Vettel tivesse ultrapassado sob bandeiras amarelas, o título poderia estar nas mãos de Fernando Alonso.
A análise que prevaleceu, dos comissários e da direção de prova, é que a sinalização alertava para o estado da pista, e não para uma situação de perigo, quando a bandeira amarela é acionada e proibida a ultrapassagem no setor, ou na pista inteira.
Abaixo mostro a reprodução das imagens da TV Sky. Se você quiser ver a análise de Brundlle acesse aqui.
Mas a polêmica não para por aí. Surgiu um novo vídeo no Youtube que mostra uma ultrapassagem de Vettel sobre uma Toro Rosso quando é possível ver piscar a luz amarela no lado direito da pista. Aí sim, se a bandeira amarela estivesse valendo o alemão não poderia ter feito a ultrapassagem.
Essa manobra, segundo informação da BBC de Londres, vai servir de base para um protesto da Ferrari junto à Federação Internacional de Automobilismo (FIA), alegando ilegalidade da manobra e reclamando o título para Fernando Alonso.
Veja o vídeo:
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=MZHaBuaA9oQ&feature=player_embedded#![/youtube]
Mas seria a Red Bull tão incopetente para não alertar ao seu piloto e devolver o lugar?
Será que naquele momento houve um atraso entre a sinalização e o fim da bandeira amarela, dado pela direção da prova?
O fato é que as equipes trabalham atentas às decisões da direção de prova, no entanto, são falíveis, e podem errar.
Essa polêmica parece que não terá um fim próximo.






