Com 230cv de potência e apenas 700kg, já contando combustível, óleo, fluidos e o piloto devidamente preparado para a corrida, o Spyder Race tem uma relação de peso/potência de aproximadamente 3kg/cv. O conjunto utilizado pela Copa Montana possui 1.310kg e potência de 350cv, o que dá uma relação aproximada de 2,53kg/cv. Utilizando os dados da última etapa da Copa Brasil Spyder Race que aconteceu em Campo Grande (MS), comparando-os com os da etapa de 2009 onde a categoria base da StockCar V8 utilizava a “bolha” dos modelos S-10 (Chevrolet) ou L200 (Mitsubishi), poderemos notar essa superioridade.
No último ano, enquanto Julio Campos que se tornaria campeão da temporada cravou o tempo de 1min32s354, com média de 136,58km/h como pole position na capital sul-matogrossense, na última etapa o paulista Fulvio Marote cravou o tempo de 1min29s870 com média de 140km/h. Com seu carro, Julio Campos largaria em 8º lugar na última prova, atrás inclusive do melhor colocado entre os Lights: Marcelo Campagnolo pole position na categoria Light cravou 1min31s647 (137,877km/h).
Na categoria principal, a pole em 2009 foi do piloto Átila Abreu com o tempo de 1min29s114. Entre os Stocks da categoria principal com 520cv os Spyders também não fariam feio e Marote largaria na 6ª colocação à frente do tricampeão Cacá Bueno que cravou 1min31s896.
A Copa Brasil Spyder Race não deixa a desejar em relação a uma das maiores categorias do nosso automobilismo nacional. E toda essa emoção é refletida na disputa pela liderança etapa à etapa e que deve ser definido apenas após a última prova do ano.
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