Acompanhe no Carros e Corridas mais uma coluna do piloto Helio Castroneves
Oi Pessoal do Carros e Corridas! Tudo bem?
Eu só gostaria de comentar uma coisa. Eu sou piloto, um esportista. A minha cabeça funciona dessa forma, pensando no esporte e nos fãs. Não me meto em política e não faz o meu estilo criticar quem quer que seja. Eu quero pensar que um presidente, um governador e um prefeito sempre tomam as melhores decisões para seu país, para seu estado e para sua cidade. Mas confesso a minha ignorância em não entender algumas decisões.
Mas o negócio é seguir em frente e pensar na nossa temporada que começa no dia 29 agora. Ou seja, de hoje até o dia da largada serão exatos 26 dias. Essa é uma fase interessante porque tudo se intensifica. A equipe Penske não parou de trabalhar e, agora com quatro carros, a gente já testou bastante e muita novidade foi acrescentada na nossa rotina, já de olho na temporada 2015.
Só que com a aproximação da abertura do Verizon IndyCar Series a coisa fica mais acelerada. Aí alguém pode perguntar: “Vem cá, Castroneves! Que negócio é esse de deixar tudo para a última hora? Não era para já estar tudo prontinho?”. Boa pergunta e acho que a resposta é melhor ainda. Posso garantir que nada foi deixado para a última hora e já está tudo pronto. Disso tenham certeza absoluta. Se a corrida fosse hoje, a Penske já estaria 100% preparada.
Vou tentar me explicar melhor. Pensa aqui comigo. Imagina você aí na sua casa dando aquele trato no seu carro. Ele já está super limpo, polido e perfumado, pronto para aquele passeio super lugal com a gatinha. Agora, me conta uma coisa aqui: depois de tudo pronto, você ainda não dá uma olhada geral para ver se está tudo ok, mesmo?
Com a gente é a mesma coisa. É aquele pente fino, aquele dado novo que o engenheiro pescou do último teste, aquela informação que o piloto passou para a equipe para ser trabalhada e por aí vai. Tudo isso para a gente chegar em St. Petersburg tinindo. Tá explicado?
Foto: Castroneves Racing.




