O piloto português demonstrou desde a qualificação que estaria em condições de lutar por um lugar no pódio, assinando o quarto tempo a apenas dois décimos de segundo do tempo da pole-position.
A largada não correu da melhor forma ao piloto da McLaren GT, caindo para o sétimo posto, mas integrado no grupo que lutava pelo segundo lugar.
No entanto, o pior estaria para vir, quando no início da décima nona volta foi abalroado por um adversário na frenagem para a Curva 1, tendo este sido penalizado pela sua manobra. O McLaren 650S do português ficou preso na caixa de brita, atrasando-o irremediavelmente, ao perder duas voltas.
A partir de então restava a Álvaro Parente, Bruno Senna e Adrian Quaife-Hobbs recuperar, tendo visto a bandeirada xadrez no trigésimo oitavo lugar, vigésimo da classe Pro.
“O dia começou bem para nós, fomos muito competitivos na qualificação e consegui conquistar o quarto lugar no grid de largada, o que nos abria boas perspectivas para a corrida. A largada não me correu bem, mas estava integrado no grupo que lutava pelo segundo lugar e sem problemas em manter o ritmo dos pilotos que seguiam à minha frente. Além disso, teríamos adotado a estratégia que o outro McLaren 650S da Von Ryan Racing colocou em prática, que venceu, o que poderia nos permitir alcançar um grande resultado. Mais uma vez sofremos um toque que afetou definitivamente a nossa prova”, enfatizou o português.
Álvaro Parente estava evidentemente irritado com o sucedido, uma vez que é a terceira vez em cinco eventos do Blancpain Endurance Series em que sofre toques de adversários quando estava em condições de lutar pelas posições do pódio, mas mostra-se consciente de que efetuou um bom trabalho para a McLaren GT e para a Von Ryan Racing. “Quando entro numa corrida o meu objetivo é só um: vencer. E mostrar ter ritmo para lutar pelo pódio e ser atirado para fora é, obviamente, frustrante, sobretudo depois de uma época em que fomos envolvidos em incidentes sem culpa própria por diversas vezes. No entanto, fui o mais rápido dos pilotos da McLaren GT ao longo de todo o fim-de-semana e toda a estrutura reconhece todo o trabalho que fiz durante toda a temporada e isso deixa-me muito orgulhoso”, concluiu o português.
Texto: Jorge Girão
Fotos: Divulgação
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